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Publicada em 06-03-2017 às 10h32 e visualizada 3154 vezes




Nas redes sociais, cresce boicote ao Habibs pela morte do menino João Victor

Nas redes sociais, cresce boicote ao Habibs pela morte do menino João Victor

 Indignados com o envolvimento de dois funcionários da rede de fastfood Habib"s na morte do menino João Victor, de 13 anos, no domingo de carnaval (26), em frente à loja da Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte de São Paulo, cresce o movimento de internautas que protestam e pedem boicote à empresa. Na mensagem mais difundida, no Facebook e no Twitter, os usuários acusam a rede de racismo, acompanhado do lema "Nenhuma criança a menos". 

Além das mensagens em seus próprios perfis, os internautas inundaram a página institucional do Habib"s, exigindo justiça pela morte do menino. O "vomitaço" virtual também é outra forma de protesto utilizado. A jornalista Hildegard Angel também endossou o boicote. "Que horror a atitude do Habbib"s. Espancarem uma criança frágil provocando sua morte. Corações de ferro. Não passo mais nem na porta. Boicote!", postou, no Twitter. 

No último domingo (5), familiares e amigos de João Victor, apoiados por movimentos ligados aos direitos humanos, realizaram protesto em frente à loja onde se deu o ocorrido. Eles caminharam pela avenida Inajar de Souza por cerca de duas horas, interditando duas faixas da via, até chegarem a outra unidade do Habib"s, já na zona oeste da capital. Nas duas lojas, o atendimento foi suspenso e os funcionários, dispensados. 

João Victor morreu ao sofrer uma parada cardiorrespiratória depois de ser perseguido e arrastado por dois funcionários do restaurante. De acordo com as investigações, o menino pedia dinheiro e alimentos para os clientes do estabelecimento. Em nota, o Habib"s afirmou que a conduta de João Victor ameaçava "o patrimônio físico da loja e dos clientes".

 

RBA






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